O resto é paisagem?

Ontem dei por mim a revisitar uma entrevista de António José Teixeira a António Barreto. O mesmo homem que hoje afirma “devermos tanto a liberdade ao 25 de abril como ao 25 de novembro” defendia, em 2011, a revisão da Constituição de 75, porque a considerava “feita com medo: medo dos militares, dos comunistas, dosContinue a ler “O resto é paisagem?”

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Excisão genital: Vítimas desconhecem ter sido mutiladas

A maioria das vítimas de excisão genital feminina desconhecia ter sido mutilada, refere Maria Idoia Ugarte, que fez uma investigação sobre o caso em Castela-Mancha. Segundo a antropóloga espanhola, muitas das mulheres e crianças sujeitas à excisão pensavam ter nascido assim. Numa conferência realizada ontem (8 de novembro) no Departamento de Ciências da Vida daContinue a ler “Excisão genital: Vítimas desconhecem ter sido mutiladas”

Tráfico humano e prostituição: Mulheres transexuais são as mais procuradas

As mulheres transgénero têm sido cada vez mais procuradas no mercado da prostituição, refere um estudo da antropóloga Filipa Alvim, levando mesmo algumas profissionais do sexo a disfarçar a sua identidade sexual. Algumas prostitutas fazem-se passar por mulheres transexuais por razões económicas uma vez que o fetiche em volta da fisionomia das mulheres transgénero levaContinue a ler “Tráfico humano e prostituição: Mulheres transexuais são as mais procuradas”

Primeira parte de “Yellow Sulphur Sky” rodada em Esposende

Termina neste Sábado a primeira parte das filmagens de “Yellow Surphur Sky”. A obra mais recente do cineasta finlandês Claes Olsson teve a praia da Apúlia, em Esposende, como palco. De acordo com declarações do realizador ao E24, a escolha do local deveu-se “ao cenário natural, enquadrado na tipicidade da pesca artesanal“. A equipa deContinue a ler “Primeira parte de “Yellow Sulphur Sky” rodada em Esposende”

Os caminhos do Noroeste

Estamos no primeiro semestre de 2020. Para evitar a concentração de pessoas e a transmissão do Covid-19, o Governo português obriga as entidades públicas a fechar os seus espaços. O sector cultural é o mais afectado. Com fortes ligações às autarquias e localizados em espaços das Câmaras municipais, os teatros locais vêm a sua actividadeContinue a ler “Os caminhos do Noroeste”

The show must go on

O início do fim do Sabotage? O Sabotage Rock’n’Roll Club tem um fim anunciado. Após seis anos de existência, o clube localizado no Cais do Sodré sofre as consequências da gentrificação que tem abalado a cidade de Lisboa nos últimos anos. Os três fundadores relembram o início deste espaço dedicado ao rock e explicitam oContinue a ler “The show must go on”

Um dia na vida dos novos mouros

O Sol nasce em silêncio na Mouraria. O movimento humano do dia anterior desapareceu das ruas do bairro. Apenas o barulho dos pedreiros dá alguma vida à Calçada Agostinho de Carvalho. Até a Baitul Muqarram, a Casa Sagrada, o principal local de culto islâmico no bairro lisboeta, se encontra fechada. É o primeiro dia doContinue a ler “Um dia na vida dos novos mouros”

Homens, políticos e jornalistas continuam a dominar o comentário.

A sociedade dos anos 80 era muito diferente da atual, mas “isso não produziu qualquer efeito no comentário político”, afirma Rita Figueiras, investigadora da Universidade Católica Portuguesa (UCP). A maioria dos comentadores continua a ser masculina e “composta por políticos e jornalistas”, acrescenta. Numa aula aberta subordinada ao tema “O comentário político em Portugal: oContinue a ler “Homens, políticos e jornalistas continuam a dominar o comentário.”

Censura também controlava o cinema nas democracias

A censura ao cinema, nos anos 30 e 40 do século XX, não se cingia a ditaduras como a do regime franquista, revela um estudo da autoria da investigadora Fátima Gil Gascón, da Universidade de Burgos. A professora de ciências da comunicação lembra que “em democracias como os Estados Unidos da América (EUA) ou oContinue a ler “Censura também controlava o cinema nas democracias”

“Os meus sonhos são muito banais”

Alguém na plateia perguntava a Richard Zimler quais eram os seus sonhos. “Os meus sonhos são muito banais: continuar a escrever, continuar casado com o Alexandre e ter boa saúde. Isso e um bom peixinho grelhado”, respondeu com a sua típica espontaneidade. Os risos dos alunos presentes no auditório da Escola Secundária Miguel Torga nãoContinue a ler ““Os meus sonhos são muito banais””