NU: “O que nos une é o rock”

PMM: Algum dos membros já tinha participado noutro projecto musical?

NU: A maior parte dos projectos que se tentaram erguer foi com pessoal de lá. Tentamos sempre tocar e fazer música, mas nada que fosse tão sério assim como agora. O que houve sempre foi vontade de tocar e procurar novas abordagens. Havia a necessidade de expressar algo, de fazer algo, dentro ou fora do espectro musical.  

PMM: Falem-nos sobre o “Diferentes Formas da Mesma Areia Morta”.

NU: Este trabalho está dividido em duas partes que se interligam. O primeiro tema retrata os sintomas decadentes do homem citadino, o isolamento social e a depressão omnipresente alimentada pela frustração. A segunda parte é uma colagem de passagens do livro V. de Thomas Pynchon que, nas suas palavras, nos expõe um mundo cada vez mais em rota de colisão com o inanimado.

@ D.R.

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